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BURSINE-2
FORT DODGE SAÚDE ANIMAL LTDA




Fórmula:
Contem a Cepa Intermediaria Lukert, não clonada.

Indicações:
Prevenção da Doença de Gumboro.

Dosagem:
Utilizar a vacina na proporção de uma dose para cada ave.

Administração:
1. Pintos de corte com baixo nível de imunidade materna:
- Vacinar no 1° dia de idade no incubatório,
- Revacinar com Bursine-2 entre 7 e 10 dias de idade.

2. Pintos de corte com alto nível de imunidade materna:
- Vacinar entre 7 e 14 dias de idade.

3. Aves destinadas à produção de ovos:
- Vacinar com Bursine 2 entre 7 e 14 dias de idade.
-Revacinar entre 4 e 6 semanas de idade.
4. Aves destinadas à reprodução:
- Vacinar com Bursine 2 entre 7 e 14 dias de idade.
- Revacinar entre 8 e 10 semanas.
Bursine 2 pode ser administrada na água de bebida ou por via nasal/ocular.

Administração na água de bebida:
1- Determinar o volume estimado de consumo de água do lote a ser vacinado por um período de aproximadamente 2 horas. A quantidade de solução vacinal a ser preparada varia em função da idade das aves e das condições climáticas. Entretanto, como referência, observar a tabela abaixo:

IDADE PARA 1000 DS PARA 2000 DS PARA 5000 DS
1-4 semanas 7-10 litros 14 - 20 litros 35 - 50 litros
4-8 semanas 20 litros 10 litros 100 litros
+ de 8 semanas 40 litros 80 litros 200 litros

2- Suspender o uso de medicamento e desinfetantes na água de bebida 24 horas antes e 24 horas depois da vacinação. Cortar o fornecimento geral da água de 1 a 2 horas antes da administração da vacina, com o intuito de provocar sede nas aves e estimular o consumo da solução vacinal.
3- Limpar o tanque ou caixa d’água e os bebedouros utilizando água limpa e sem desinfetantes. Enxaguar e drenar completamente as tubulações.
4- Medir o volume necessário de água em um reservatório limpo, adicionar o leite em pó desnatado (2 a 2,5 gramas por litro) e homogeneizar bem. Se for o caso, adicionar o corante azul (HI-LIGTHT) para controle de eficiência do método de vacinação ou indicação de vazamentos.
5- Reconstituir o número necessário de doses, abrindo o número correspondente de frascos de vacina, e não clorada até a metade dos mesmos. A água deve estar isenta de desinfetantes, detergentes, cloro, ferro, nitratos, etc.
6- Fechar os frascos e agitar até a dissolução total do produto e transferir o conteúdo dos mesmos para o tanque ou reservatório.
7- Distribuir a vacina assim preparada em bebedouros não metálicos, previamente limpos e secos, e em número suficiente para que pelo menos dois terços das aves possam beber ao mesmo tempo. Não expor os bebedouros com a vacina à luz direta do sol.

Administração via óculo-nasal:
1- Remover os selos de alumínio dos frascos da vacina e do diluente.
2- Retirar as folhas de borracha de ambos e adicionar diluente até a metade do frasco de vacina.
3- Recolocar a rolha de borracha no frasco de vacina e agitar até a dissolução total.
4- Transferir todo o conteúdo da vacina assim reconstituída para o frasco do diluente.
5- Fechar e agitar novamente.
6- Retirar a rolha de borracha e colocar o “aplicador contra-gotas”.
7- Aplicar conforme segue:

Via nasal: Colocar um dedo sobre uma das fossas nasais da ave e instilar uma gota de vacina na outra.
Via ocular: Conter a ave de maneira que o olho direito fique voltado para cima, e depositar uma gota da solução vacinal sobre o mesmo. A vacinação completa-se quando a ave aspira a gota vacinal. Não soltar a ave antes que isso ocorra.


Precauções:
1. Não vacinar aves doentes ou parasitadas.

2. Suspender o uso de medicamento e desinfetantes na água de bebida 72 horas antes e 24 horas depois da vacinação.

3. Suspender o fornecimento normal de água de beber ás aves, 1 a 2 horas antes da administração da vacina, com o intuito de provocar sede e, por conseguinte, consumirem a vacina.

4. A água isenta de desinfetantes, detergentes, cloro, ferro, nitrato, etc.

5. Distribuir a vacina assim preparada em bebedouros não metálicos previamente limpos, secos e em número suficiente, para que pelo menos dois terços das aves possam beber ao mesmo tempo.

6. Nunca usar menos de uma dose por ave.

7. O fornecimento normal de água de beber às aves deve ser feito somente após terem consumido aquela com a vacina.

8. Não expor os bebedouros com a vacina à luz direta do sol.

Conservar esta vacina entre 2° e 8° até o momento de usar.
Usar todo o conteúdo uma vez aberto o frasco.
Vacinar somente aves sadias.


Apresentação:
Caixas contendo 10 frascos com 1.000, 2.000 e 5.000 doses.

Classe Terapêutica:
VACINAS, CORANTES E DILUENTES (BIOLÓGICOS)

Princípio(s) Ativo(s):
VAC. DOENÇA DE GUMBORO (VER DOENÇA INFECCIOSA DA BURSA DE FABRÍCIUS)


Registro no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento:
1.424/81

Responsável Técnico:
Christopher Roger White - CRMV: CRMV-SP nº 8473.

Serviço de Atendimento ao Consumidor:
08007019987
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